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Ilhabela reduz de até seis meses para sete dias o início do tratamento de HIV

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    Editor
  • há 4 horas
  • 2 min de leitura

Avanço reforça atuação do Centro de Infectologia e amplia acesso ao diagnóstico e cuidado especializado no município

O tempo entre diagnóstico e início do tratamento de HIV em Ilhabela, que antes podia levar de um a seis meses, foi reduzido para apenas sete dias. O dado marca uma mudança relevante na organização do atendimento e no acesso ao cuidado especializado na rede municipal de saúde.

A evolução está ligada à estruturação do Centro de Infectologia e Fígado e à integração com o programa SAE/CTA, que passaram a garantir diagnóstico mais rápido e encaminhamento imediato para início do tratamento.

A partir desse modelo, o município ampliou não apenas a resposta ao HIV, mas também a capacidade de atendimento a outras doenças infecciosas. O centro atua no diagnóstico, tratamento e acompanhamento de infecções sexualmente transmissíveis (ISTs), como sífilis e hepatites virais, além de ofertar estratégias de prevenção, como PrEP e PEP.

O volume de atendimentos evidencia esse alcance. Em 2025, foram registradas 3.652 consultas e 554 coletas, números que refletem a atuação abrangente do serviço dentro da rede pública.

A secretária de Saúde, Lúcia Reale, destaca a importância da estrutura. “Ter um ambulatório como o Centro de Infectologia e Fígado fortalece toda a rede de saúde. Conseguimos oferecer um atendimento mais completo, que envolve prevenção, diagnóstico e tratamento, garantindo mais segurança e qualidade de vida para a população”.

Além da assistência, o serviço mantém ações contínuas de prevenção e orientação, com iniciativas de testagem e conscientização ao longo do ano, ampliando o acesso à informação e incentivando o diagnóstico precoce.

Para o prefeito de Ilhabela, Toninho Colucci, o enfrentamento às ISTs também passa pela informação e pelo combate ao preconceito. “É fundamental que a gente avance na conscientização. As infecções sexualmente transmissíveis não têm um perfil específico, qualquer pessoa pode ser afetada. Por isso, trabalhamos para ampliar o acesso à informação, combater o preconceito e reforçar a importância da prevenção. Esse é um compromisso com a saúde pública e com o cuidado com as pessoas”, concluiu.

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